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domingo, 20 de julho de 2014
Analista de RH
REQUISITOS:
- Formação superior em Psicologia, com CRP Ativo.
- Experiência anterior na função, com processos de recrutamento, seleção, elaboração de laudos
psicológicos e condução de dinâmicas de grupo.
Salário: R$1500,00
Benefícios: Assistencia Médica, Vale Transporte e Vale Refeição
Horário: 2ª. à 6ª., de 8:00 às 18:00 hs.
Interessados deverão encaminhar currículo para: recrutamento.selecao100@yahoo.com.br
No ASSUNTO, colocar: Vaga Analista de RH.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Ser bom no trabalho pode incomodar chefe, colegas...
Entenda quais as
situações em que ser um profissional eficiente pode atrapalhar.

Darko Kovacevic/Dreamstime.com
Ao perceber que um colega é melhor, os outros começam a deixá-lo de lado. Isso acontece com movimentos simples, como não convidar para um almoço, e com alguns mais complicados, como não passar informações importantes para o andamento das atividades do grupo.
São
Paulo - Ser um bom profissional, isto é, ágil, eficiente, que sabe entender
quais as necessidades da empresa e que entrega bons resultados, não significa
sucesso garantido.
Em algumas circunstâncias, ser bom pode significar uma barreira para o
crescimento. "Na maioria delas, a insegurança é o problema", diz o
consultor Mauricio Goldstein, de São Paulo, autor do livro Jogos Políticos nas
Empresas (Ed. Campus/Elsevier, 212 páginas). Conheça alguns fatores ligados à
insegurança que agem contra o sucesso profissional.
Sem o apoio e o reconhecimento do chefe, a confiança do profissional fica prejudicada. "Somos treinados para sermos o melhor", afirma Marcus Soares, professor de gestão de pessoas do Insper, de São Paulo. O profissional pode escolher mudar de área ou de empresa. Já o líder corre o risco de ficar estagnado. "Sem um bom sucessor, não há como crescer", diz Marcus.
A melhor fórmula para o profissional eficiente sair dessa dinâmica é, no fim de um projeto, dar os créditos a todos os participantes. "As pessoas se sentirão prestigiadas", diz Marcus, do Insper. É a velha lei da reciprocidade: uma mão lava a outra.
"O profissional aguenta a pressão, não reclama e traz resultados", diz Marcus Soares, do Insper. Com a sobrecarga de trabalho, ao longo do tempo o profissional pode se sentir injustiçado e querer ter um reconhecimento diferente.
"Tem muito profissional que não sabe dizer ‘não’, e isso é um problema para a carreira", diz o consultor Mauricio Goldstein. A saída é clara: aprender a negociar e a dizer "não" para interromper a dinâmica.
O bom profissional precisa mostrar suas necessidades e como o investimento nele retornará para a empresa. "É a própria pessoa que tem de argumentar por que ela merece o investimento", diz Lucas.
"Nesse momento é hora de avaliar se vale a pena ou não ficar na empresa", diz o coach Homero Reis, do Rio de Janeiro. Uma opção é fazer uma movimentação horizontal e ir para outro setor, enquanto aguarda surgir a vaga desejada.

Darko Kovacevic/Dreamstime.com
Ao perceber que um colega é melhor, os outros começam a deixá-lo de lado. Isso acontece com movimentos simples, como não convidar para um almoço, e com alguns mais complicados, como não passar informações importantes para o andamento das atividades do grupo.
Ninguém ocupará essa cadeira
O chefe,
ao perceber que dentro de sua equipe existe um profissional muito eficiente e
com fortes chances de ocupar o lugar dele, deixa o subordinado na geladeira.Sem o apoio e o reconhecimento do chefe, a confiança do profissional fica prejudicada. "Somos treinados para sermos o melhor", afirma Marcus Soares, professor de gestão de pessoas do Insper, de São Paulo. O profissional pode escolher mudar de área ou de empresa. Já o líder corre o risco de ficar estagnado. "Sem um bom sucessor, não há como crescer", diz Marcus.
Isolamento
A concorrência
no mundo corporativo é normal e legítima. Sem ela, permaneceríamos no mesmo
lugar. Por isso os profissionais lutam para que os chefes vejam o seu
brilho.
Ao perceber que um colega é melhor, os
outros começam a deixá-lo de lado. Isso acontece com movimentos simples, como
não convidar para um almoço, e com alguns mais complicados, como não passar
informações importantes para o andamento das atividades do grupo.A melhor fórmula para o profissional eficiente sair dessa dinâmica é, no fim de um projeto, dar os créditos a todos os participantes. "As pessoas se sentirão prestigiadas", diz Marcus, do Insper. É a velha lei da reciprocidade: uma mão lava a outra.
Insubstituível
Você é um ótimo profissional, entrega tudo no prazo, ajuda com novas
ideias, agrega para a equipe e tem um ótimo relacionamento com todos.
"Nenhum chefe quer perder um bom profissional", diz Lucas Peschke,
diretor da Hays, de São Paulo. O problema é que a empresa não consegue atender
o desejo de crescimento de todos os funcionários e no tempo que eles desejam.
Alguns chefes, para não deixar o bom profissional ir embora, optam por
não fazer comentários construtivos e avaliações positivas. A solução é fazer contatos
com outros líderes da empresa e deixá-los a par de suas realizações. Assim,
outros chefes saberão de seu desempenho.
Só mais um pouquinho
Quando o profissional é ágil e eficiente, os líderes acabam canalizando
para ele a maior parte das tarefas, pois sabem que ele entregará o resultado no
nível desejado."O profissional aguenta a pressão, não reclama e traz resultados", diz Marcus Soares, do Insper. Com a sobrecarga de trabalho, ao longo do tempo o profissional pode se sentir injustiçado e querer ter um reconhecimento diferente.
"Tem muito profissional que não sabe dizer ‘não’, e isso é um problema para a carreira", diz o consultor Mauricio Goldstein. A saída é clara: aprender a negociar e a dizer "não" para interromper a dinâmica.
Os outros são ruins
O profissional é eficiente, entrega
resultados mas, ao se comparar com os pares, bate a arrogância. "A maioria
dos profissionais acredita que é boa o suficiente para receber um
aumento", diz o coach Homero Reis, do Rio de Janeiro. Até aí, tudo bem.
O problema é achar todos
ao redor incompetentes. "Ao se colocar em posição superior, o profissional
se marginaliza", diz Mauricio Goldstein. A saída é óbvia: manter a
humildade e, se for o caso, reatar as ligações com os colegas.
Você já está preparado
Alguns chefes consideram um profissional tão bom que se esquecem de
investir no desenvolvimento dele. "Para a empresa, todo investimento tem
que ter um retorno", diz Lucas Peschke, diretor da Hays.O bom profissional precisa mostrar suas necessidades e como o investimento nele retornará para a empresa. "É a própria pessoa que tem de argumentar por que ela merece o investimento", diz Lucas.
Degraus ocupados
Não importa se você é um ótimo profissional. Se não existirem espaços
para crescer, você continuará no mesmo lugar. Depois de um tempo, sentirá que
está estagnado."Nesse momento é hora de avaliar se vale a pena ou não ficar na empresa", diz o coach Homero Reis, do Rio de Janeiro. Uma opção é fazer uma movimentação horizontal e ir para outro setor, enquanto aguarda surgir a vaga desejada.
Será que você é bom mesmo?
saiba se você é eficiente ou só acha que é
Carga de trabalho: Ao comparar seu trabalho com pares e colegas que têm a mesma função em
outras empresas, você está no mesmo nível?
O que é esperado: A expressão "alinhar as
expectativas" é uma forma de saber se você é bom. "Você é considerado
bom profissional quando atinge a expectativa do chefe e da organização",
diz o consultor Mauricio Goldstein. Não basta medir as competências técnicas.
Avalie também a capacidade de se relacionar. Sem ela, você se tornará apenas uma boa ferramenta. Mas apenas isso.
Fonte: Revista VOCÊ S/A / Edições / 179
segunda-feira, 7 de julho de 2014
ANALISTA DE RH JÚNIOR
Empresa de grande porte com atuação no mercado nacional, localizada em CONTAGEM/MG, contrata.
Experiência comprovada em:Condução integral de processos seletivos em todas as suas etapas: recrutamento, avaliação psicológica, elaboração de laudos e pareceres, assessoria a gestores.
Vivência com grande volume de processos seletivos e com controles referentes ao processo seletivo.
Desejável experiência com processos de treinamento e acompanhamento de pessoal.
Conhecimentos necessários:
Testes psicológicos (especialmente Palográfico e testes de atenção. Desejável conhecimento de Análise Grafológica).
Informática (Pacote Officce).
Curso de psicologia completo com registro no CRP ativo.
A empresa oferece: Assistência médica, cesta básica, alimentação na empresa, transporte.
Os interessados devem enviar currículo, com pretensão salarial, para o email camposalice70@yahoo.com.br .
Currículos fora do perfil ou sem pretensão salarial não serão analisados.
Estágio de RH
Estágio de RH Santa Luzia - MG
Escolaridade: Cursando Gestão de RH ou Psicologia
Bolsa: 400,00 + VT
Horário de trabalho: 13:00 ás 17:00 (seg a sexta)
Local de trabalho: Santa Luzia no Bairro Boa Esperança
Perfil: Estudante disponível para o aprendizado, que quer ganhar experiência em RH e com vontade de crescimento profissional.
Funções:
- Apoio administrativo e operacional em processos de recrutamento e seleção e treinamentos;
- Realização de entrevistas de seleção;
- Atendimento telefônico e presencial;
- Demais funções a serem realizadas em Consultoria de Recursos Humanos.
Interessados cadastrar currículo no site: www.premiarrh.com.br
Escolaridade: Cursando Gestão de RH ou Psicologia
Bolsa: 400,00 + VT
Horário de trabalho: 13:00 ás 17:00 (seg a sexta)
Local de trabalho: Santa Luzia no Bairro Boa Esperança
Perfil: Estudante disponível para o aprendizado, que quer ganhar experiência em RH e com vontade de crescimento profissional.
Funções:
- Apoio administrativo e operacional em processos de recrutamento e seleção e treinamentos;
- Realização de entrevistas de seleção;
- Atendimento telefônico e presencial;
- Demais funções a serem realizadas em Consultoria de Recursos Humanos.
Interessados cadastrar currículo no site: www.premiarrh.com.br
Estagiário de Recursos Humanos
A GDAX é uma empresa especializada em televendas que atua de forma inovadora no mercado está com uma oportunidade para:
Estagiário de Recursos Humanos
Atividades a serem desenvolvidas: Será responsável pela divulgação das vagas. Fazer contato por telefone ou pessoalmente com parcerias e instituições de ensino para divulgar as vagas em aberto. Eventualmente auxiliará na triagem e convocação de candidatos para os processos seletivos.
Requisitos: Cursando ensino superior em Gestão de Recursos Humanos (1º ou 2º período) ou Psicologia (1º até 4º período)
Perfil comportamental: Proativo, dinâmico e facilidade de comunicação.
Horários de estágio: de segunda à sexta, de 08h30 às 14h30
Benefícios: Bolsa-estágio de R$ 760,00. Vale-transporte, vale-refeição, plano de saúde e odontológico.
Os interessados com perfil compatível deverão encaminhar currículo para rh@gdax.com.br com o assunto “Estagiário de Recursos Humanos”
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Analista De Benefícios em Belo Horizonte - MG
Descrição:
Área e especialização profissional: Recursos Humanos - Departamento Pessoal
Nível hierárquico: Analista
Local de trabalho: Belo Horizonte, MG
Regime de contratação de tipo Efetivo – CLT
Jornada Período Integral
Analista de Benefícios Atuar em empresa de grande porte no ramo alimentício, localizada em Santa Luzia.
Atividades: Administração de Benefícios: compra, distribuição, alteração e etc. (vale transporte, cesta básica, plano de saúde e seguro de vida)
Requisitos: Ambos os sexos, Superior em Gestão de Recursos Humanos, Administração ou Ciências Contábeis. 2 anos de experiência com administração de benefícios.
Horário de trabalho: segunda a sexta-feira de 8 às 18 horas.
Salário: R$ 2.000,00.
Benefícios: Alimentação na empresa, convênio médico, cesta básica e vale transporte.
Interessadas enviar o currículo para curriculos@quorumrh.com.br com assunto "Analista de benefícios" ou ligar (31)2531-5150.
ANALISTA DE RH - BH / MG
Salário e benefícios: R$ 1.500 + comissão + vale refeição 11,00 + plano de saúde + seguro de vida
Local: Centro de BH
Horário: 2° a 6° feira de 08:00 - 18:00
Necessário: Graduação completa em psicologia ou 9° e 10° ano, experiência mínima de 6 meses como assistente de RH com recrutamento e seleção de alto volume. Necessário também conhecimento e aplicação de testes psicológicos.
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