quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Retenção de talentos e casamento

Consultor em RH faz análise sobre a pesquisa da empresa dos sonhos dos jovens e conclui: voltar a ter um bom emprego, amar apaixonadamente, ter filhos, constituir uma família e se orgulhar disso tudo é o futuro 

Em recente pesquisa realizada pela Cia de Talentos, junto ao público jovem, objetivando avaliar a pretensão desses jovens com relação as suas expectativas sobre qual seria a empresa dos seus sonhos para trabalhar, dentre as diversas perguntas feitas, uma chamou minha atenção. Esse grupo, cerca de 35 mil brasileiros na faixa dos  20 e 30 anos de idade, num percentual acima de 20%, considerou que o tempo ideal de permanência numa empresa deveria ser de mais de 20 anos. É de se estranhar, e muito, que com todas as influências da globalização, um grande número de itens da pesquisa demonstre uma tendência normal para o moderno, para o atual. Mas, permanecer mais de 20 anos numa mesma empresa me pareceu no mínimo fora dos padrões.
Será que os jovens estão cansados dessa prática de trocar de empresa para progredir na carreira sem sequer se dar ao trabalho de gostar dela? Será que muitos deles já não se arrependeram de eventual atitude tomada nesse sentido? Será que, como demonstrou a pesquisa, muitos gostariam de ser reconhecidos, ter um bom ambiente de trabalho, ter desenvolvimento profissional, ter uma boa qualidade de vida e também gostar da empresa e ficar comprometido com a organização por um longo período? Será que não é uma mudança que está aí estampada?
Na minha singela opinião e, rogo a Deus que isso seja verdade, a falta de estrutura familiar, a indefinição de carreira, a busca de uma companheira ou de um companheiro definitivo, que possa proporcionar uma relação conjugal estável, que gere filhos, gere uma família, proporcione futuro, é a razão disso tudo. Ninguém mais está querendo ser uma pessoa com 40 anos, sentindo-se plenamente no vigor de sua forma física e atlética, tendo o mercado de trabalho o considerando ultrapassado em razão de sua idade. E o pior, é novo para a vida, é velho para o trabalho e ainda solteiro ou solteira.  Algo está errado. Talvez a resposta esteja embutida nas entrelinhas dessa pesquisa.
Os relacionamentos afetivos atualmente estão totalmente comprometidos em razão da falta de afetividade, confiança e verdade. Ninguém abre mais o seu coração com medo da decepção. Ninguém quer sofrer, mas é só o que ocorre. Todos os relacionamentos ficaram vulneráveis ou pela escolha mal feita ou pela falta de critério na escolha. Quem não gostaria de amar e ser amado? Quem não gostaria de amar eternamente, e para a vida toda? Com todas as circunstâncias da idade, do status social ou das adversidades que a vida em comum possa proporcionar? Quem não gostaria? Esses jovens, nessa pesquisa, deram essa demonstração.
Voltar a ter um bom emprego, amar apaixonadamente, ter filhos, constituir uma família, se orgulhar disso tudo é o futuro que foi indicado indelevelmente.
É hora de avaliar!
Antonio Geraldo Wolff (Consultor em Recursos Humanos)
HSM Online

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Saiba qual é o limite da moda no ambiente de trabalho



SÃO PAULO – Esmaltes coloridos, calças saruel, skinny, legging, sandálias rasteiras, sapatos fluorescentes, entre outras peças estão no guarda-roupa de muitas mulheres. Algumas ousam e as utilizam para trabalhar. Mas qual será o limite da moda no ambiente de trabalho?

A consultora de etiqueta corporativa, Renata Mello, explica que este limite não pode ser baseado no bom senso de cada pessoa. “Não é possível dizer que o bom senso é o limite, já que este conceito pode variar de acordo com o profissional. Este limite deve ser imposto pela empresa”, diz.

A especialista explica que, em alguns setores, é possível a utilização de acessórios que estão na moda, como em agências de publicidades, empresas que trabalham diretamente com a moda ou arte e veículos de comunicação.

Já nas empresas mais formais, é necessário que o profissional se vista de maneira mais discreta, seguindo o dress code (código de vestimenta) estabelecido.

Imagem de seriedade
No caso dos esmaltes, a especialista aconselha que as mulheres utilizem cores mais discretas no ambiente de trabalho. “Esmaltes azuis, amarelos, verdes devem ser usados somente de final de semana. No trabalho, o máximo permitido são as cores rosas e vermelhas. As cores chamativas não são elegantes na empresa”, diz.

O mesmo é indicado para os sapatos fluorescentes, estampas grandes e de animais, cabelos com cortes e cores muito modernos. “As profissionais têm de ter roupas para trabalhar. Já outras devem ser usadas para passear”, alerta

Sobre as calças saruel, Renata afirma que, além de serem usadas em ambiente de trabalho considerado informal, deve ser vestida somente por pessoas mais magras. Já as calças mais justas, como skinny e legging, têm de ser evitadas.

“Eu aconselho que as mulheres vistam calças um pouco mais largas, que disfarçam o quadril e não ressaltam tanto as formas. As blusas não podem deixar aparecer a barriga, mesmo quando a pessoa levanta os braços. Os decotes também não são adequados”, alerta.

A consultora acrescenta ainda que o profissional tem de considerar que ele representa a empresa na qual trabalha. Além disso, ele deve ser lembrado pela sua competência e não pelas roupas ou pelo cabelo.

Homens
Em relação aos homens, Renata afirma que os profissionais erram menos, já que as opções no momento de se vestir são menores. Eles devem evitar trabalhar com tênis, camisetas ou camisas com aparência de antigas, calças rasgadas e camisas pólos com números estampados muito grandes.

“Muitos homens erram ao colocar uma meia branca com sapato social. A barba e o bigode devem ter uma aparência de cuidado, assim como os cabelos, que têm de ser bem cortados. A higiene é fundamental”, finaliza a especialista.

Por: Karla Santana Mamona
InfoMoney

Com nova geração de profissionais, treinamentos são realizados via web


SÃO PAULO – A nova geração de trabalhadores e o novo cenário do mercado de trabalho, mais globalizado, está mudando o modo como as empresas realizam o treinamento do seu quadro de colaboradores. Cada vez mais elas adotam a web para as qualificações.
Treinamentos e qualificações via internet vão ao encontro da nova geração de profissionais que está no mercado de trabalho. Ligados em tecnologia e adeptos a todas as novidades da rede, essa nova geração quer distância dos métodos convencionais de treinamento.
“Aquele aluno passivo, que ficava na sala de aula apenas observando o professor, não terá sucesso em treinamento à distância”, assinalou, por meio de nota, a especialista da área de Recursos Humanos da Compuware do Brasil, Roberta Casare.
De acordo com ela, o treinamento à distância, assim como o ensino à distância de modo geral, exige um novo perfil de aluno. “Alguém com perfil mais ativo, que interage com o sistema, desenvolve os trabalhos solicitados, troca informações e participa”, assinala Roberta.
Isso não significa que os funcionários da geração anterior vão ficar para trás. Para Roberta, mesmo essa geração consegue tirar proveito dos treinamentos à distância porque, de modo geral, as empresas utilizam tutores para estimular os colaboradores a se envolverem.
Treinamento a baixo custo
De acordo com pesquisa realizada pelo Cetic (Centro de Estudos e Tecnologias da Informação e Comunicação), 31% das empresas brasileiras que têm acesso à rede a utiliza como ferramenta de treinamento, formação e qualificação de seus colaboradores.

Considerando as empresas com mais de 250 empregados, o percentual, revela a pesquisa, supera os 55%. Para Roberta, o ensino à distância, voltado para o treinamento de pessoal, começa a fazer parte da rotina de trabalho de muitos profissionais.
Se para colaboradores o acesso ao treinamento via web pode ser visto como um facilitador, para as empresas representa baixos custos. Isso porque parte das empresas que realiza os treinamentos virtuais é, principalmente, formada por instituições que atuam em diversos países e que precisam difundir informação e conhecimento para pessoas em diversos lugares.
“Custos mais baixos, padronização de treinamento e o fim das barreiras geográficas e de tempo estão entre os fatores que tornam o treinamento à distância uma importante ferramenta de qualificação para as empresas nos dias de hoje”, ressalta Roberta.

Por: Camila F. de Mendonça
05/10/10 - 08h17
InfoMoney
 

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Vaga: Analista de Recursos Humanos PL . T&D.

Abaixo descrição da vaga de Recursos Humanos com foco em T&D.
É imprescindível que o profissional selecionado resida em Congonhas, Conselheiro Lafaiete e/ou Ouro Branco.
Gentileza pedir que envie os currículos para o e-mail: sarah.ferreira@csn.com.br e colocar no assunto: Vaga: Analista de Recursos Humanos PL . T&D.
A CSN Mineração Casa de Pedra busca profissional para compor sua equipe de Recursos Humanos.
Analista de Recursos Humanos PL
Formação superior completa: Psicologia Pré-requisitos: Sólidos conhecimentos em treinamento, desenvolvimento e subsistemas de RH; além do acompanhamento e organização de projetos voltados para RH interno e externo. Responsabilidades principais: Conduzir junto às áreas clientes o Levantamento de Necessidades de Treinamento, englobando as etapas de: Diagnóstico de T&D . Elaboração do LNT e definição de público alvo; Planejamento . Definição de plano de ação: conteúdo e metodologias; Implementação . Organizar a logística dos treinamentos (infraestrutura física, material instrucional, convocação, entre outras) e definição de consultores/instrutores (internos e externos); Acompanhamento e Avaliação . Realizar o monitoramento do Planejamento Anual e definir avaliações para os treinamentos em diversos níveis (reação, aprendizagem, comportamento e resultados); Monitorar o orçamento anual de T&D;
Acompanhar indicadores relacionados às atividades de T&D; Elaborar e ministrar treinamentos comportamentais (Integração, Equipes, Comunicação, etc.). Indispensável Pacote Office avançado Desejável
Inglês intermediário Local de trabalho: Congonhas . MG Disponibilidade para residir em Congonhas, Conselheiro Lafaiete e Ouro Branco. A empresa fornece: PPR, Plano de Saúde, Assistência Odontológica, Bonificação de Férias, Previdência Privada, Alimentação e Transporte.

Vaga em aberto: Analista Desenvolvimento

Analista de Desenvolvimento de Pessoal- Código AD

Necessário experiência em indústria de autopeças com levantamento de necessidade de treinamento, planejamento, execução e avaliação de projetos de treinamento; avaliação e contratação de entidades e profissionais; condução dos processos de Recrutamento e Seleção e avaliação psicológica. Formação: Superior completo em Psicologia ou aeras afins Benefícios: Vale-Transporte, Alimentação na empresa, Cesta básica entregue em casa, Convênio médico e odontológico Unimed, Previdência Privada. Horário: Segunda a Sexta- feira de 8:00 às 17:48

Os interessados deverão encaminhar currículo com pretensão salarial para o e-mail: recrutamento@maxion.ind.br e colocar no assunto o código da vaga.

VagAa para Psicólogo (a)

Empresa de grande porte está contratando psicóloga para atuar na área de Treinamento em Belo Horizonte.

Exige-se: formação em psicologia, experiência em treinamento, disponibilidade para viagens.

A empresa oferece: salário de R$1.730,00, ticket alimentação e demais benefícios.

Interessados enviar currículo para: elisadiasrh@ibest.com.br

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Autossabotagem pode ser o motivo de estagnação na carreira

SÃO PAULO - A promoção não chega, o chefe não reconhece o seu trabalho, você vive com a sensação de fracasso? Muitas vezes, a explicação para todos estes problemas pode estar nas atitudes do próprio profissional, que sabota a própria carreira.
De acordo com a psicóloga e vice-presidente de projetos da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Sâmia Simurro, quem se autossabota faz isso inconscientemente, sendo que, geralmente, esses boicotes são criados por conta de algumas experiências negativas que a pessoa experimentou ao longo da vida.
“Quando isso acontece, normalmente, a pessoa passou por experiências negativas durante a vida, o que faz com que ela crie falsas verdades sobre si mesma e a impede de superar eventuais fraquezas”, explica Sâmia.
Situações
Ainda segundo a psicóloga, no trabalho, as situações mais comuns de autossabotagem ocorrem no que diz respeito à organização e preparação do trabalho e em questões ligadas ao reconhecimento.

No primeiro caso, diz ela, geralmente a pessoa acredita que não tem capacidade para fazer determinada ação, adiando, dessa forma, as providências a serem tomadas sobre o assunto. Assim, sem preparo, ela acaba fracassando e confirmando sua própria ideia de falta de capacidade.
“Um exemplo dessa situação é quando o profissional tem dificuldades para falar em público ou defender suas ideias em uma reunião. Nesta situação, a pessoa acaba adiando a preparação para a apresentação e fazendo um trabalho ruim, ou seja, ela se autoboicota”.
Já quando o assunto é o reconhecimento do próprio trabalho, a pessoa acaba se colocando contra ela mesma, não aceitando, por exemplo, elogios vindos do chefe e atribuindo o próprio desempenho à sorte. Situações assim, diz a psicóloga, podem acabar influenciando em uma promoção.
“Muitas vezes, a pessoa quer uma promoção, tem bons resultados no trabalho, mas, por algum motivo, ela acredita que não tem as competências necessárias para o cargo. Assim, quando o chefe a elogia, por exemplo, ela se utiliza da modéstia e acaba se diminuindo”.
Como resolver?
Para resolver a situação e fazer com que as próprias atitudes deixem de atrapalhar a evolução da carreira, Sâmia sugere que o profissional observe suas ações e tente preencher eventuais “gaps” no seu desenvolvimento.

Além disso, a consultora de recrutamento e seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marion Caruso, fala que o profissional deve observar se os problemas costumam se repetir nas diferentes empresas em que trabalhou, sendo que, se a resposta for positiva, deve procurar a ajuda de um coach ou terapia.
“Uma boa forma de perceber este problema é observando se os males que mais nos incomodam no ambiente de trabalho se repetem, independentemente da empresa, dos gestores ou dos colegas. Este é um sinal de que o problema é com o profissional e ele precisa rever sua forma de agir”.

Por: Gladys Ferraz Magalhães
24/09/10 - 15h49
InfoMoney