segunda-feira, 28 de julho de 2014

Analista de Recursos Humanos Sênior

 
Graduação:  Psicologia
Necessário experiência com recrutamento e seleção, aplicação e correção de testes psicológicos.
Experiência com Hunting será um diferencial.
Segunda a sexta: 08:00 às 18:00 H
Salário: À Combinar
Benefícios: VT+ VR + Assistência Médica e Odontológica
Regime de contratação: CLT
Atividades: Recrutamento e seleção, aplicação e correção de testes, contato com gestores para alinhamento do perfil, feedback para candidatos e Hunting.
Interessados encaminhar currículo com pretensão salarial para recrutamento.selecao100@yahoo.com.br aos cuidados de Danielle.

Estágio em RH

Empresa Multinacional do ramo de siderurgia seleciona:

ESTAGIÁRIO UNIVERSITÁRIO - RECURSOS HUMANOS

* Escolaridade: Cursando Administração, Psicologia e/ou áreas afins - A partir do 6º Período

* Carga Horária: 6h/dia (07h45 às 14h45)

* Benefícios: Vale Transporte, Alimentação na empresa, Assistência Médica, Odontológica, Convênio Farmácia e Uniforme.
 
* Atribuições: Auxiliar nos processos de Recrutamento e Seleção, Capacitação e Desenvolvimento, Comunicação Interna, Gestão de Benefícios e Administração de Contrato e Trabalho.
 
* Requisitos:  Conhecimentos sólidos de informática, Inglês (Intermediário/Avançado); Habilidades de comunicação, trabalho em equipe e vontade de aprender.
 
Interessados, favor encaminhar currículo NO CORPO DO E-MAIL (NÃO ABRIREMOS ANEXOS) para curriculos-mg@outlook.com com o título "Estágio Recursos Humanos" no campo "Assunto" até 01/08/2014.

domingo, 20 de julho de 2014

Fofoca sai do cafezinho e migra para as mídias sociais



Logo depois que Jill Abramson perdeu o cargo de editor do "The New York Times", o repórter de mídia David Carr tuitou: "Como foi que nosso local de trabalho subitamente se transformou em um episódio sangrento de 'Game of Thrones'? Uma coisa é fazer fofoca ou reclamar de seu chefe, outra é ver sua cabeça ser cortada em plena luz do dia". A história reveladora de como e por que Jill Abramson foi demitida vem expondo gradualmente os meandros internos da redação do jornal.

Mas, se antes as guerras de facções e lutas pelo poder permaneciam dentro do local de trabalho, ferramentas como Twitter e Facebook estão transformando as antigas conversas no cafezinho em depoimentos de âmbito global.
 
"A mídia social intensificou a fofoca", diz Tomas Chamorro-Premuzic, professor de psicologia dos negócios da University College London e da Universidade de Nova York. "Como essa comunicação é mediada pela tecnologia e não há a experiência direta do feedback ou reações do receptor, as pessoas estão mais inclinadas a compartilhar informações e abrir posições confidenciais - e potencialmente embaraçosas", afirma.

Graham Jones, antropólogo do Massachusetts Institute of Technology (MIT) especializado em linguística e cultura, concorda. Segundo ele, a fofoca mudou bastante nas últimas décadas. Em sua opinião, as pessoas não comentam mais apenas sobre o que os outros falam e fazem, mas também sobre os pensamentos e sentimentos que as palavras escondem.

A análise feita por Jones sobre as conversas on-line entre adultos jovens constatou que grande parte delas envolve a maneira como as pessoas usam (ou usam errado) o Facebook e outras mídias sociais - o colega que posta um comentário sobre outro que ficou bêbado em uma festa, por exemplo. Como a fofoca é sempre usada para firmar uma aliança com outros, com base na noção comum de superioridade moral, isso mostra que a mídia social se transformou em uma "arena importante onde definimos nossa noção de moralidade", explica.

Assim, a maioria das corporações está gastando muito tempo educando seus funcionários sobre o que eles devem ou não dizer nas mídias sociais. A empresa de tecnologia Intel, por exemplo, aconselha seus funcionários que usam o Twitter a "encarar e corrigir rapidamente" seus erros. Chamorro-Premuzic diz que as mídias sociais vêm agindo como um nivelador da fofoca entre os extrovertidos e os introvertidos, que no geral eram mais discretos e relutantes em compartilhar seus pontos de vista. É por isso que sites como o Glassdoor, que permite às pessoas avaliar os patrões e os salários, assim como procurar emprego, tornaram-se tão importantes.

Os empregados agora têm o poder de criticar suas companhias e gestores para o mundo exterior, da mesma maneira que os consumidores dão notas para hotéis via TripAdvisor, ou a livros no site da Amazon. "A fofoca digital é uma terceirização em massa da reputação de uma companhia e seus administradores, assim como o Ratemyprofessor vem fazendo para estudantes e professores universitários", diz Chamorro-Premuzic.

Um estudo sobre a Enron, organização que esteve no centro da maior falência corporativa da história, traz evidências de que a tecnologia encoraja a fofoca. Uma análise de 600 mil e-mails internos de funcionários, feita por acadêmicos da universidade Georgia Tech, constatou que 14,7% deles continham alguma forma de fofoca.

Ao contrário das fofocas na cozinha do escritório, que evaporavam rapidamente, os e-mails e os comentários feitos nas mídias sociais são duradouros - e isso pode ser preocupante. O professor Jones, do MIT, diz ter ficado surpreso com o grau de minúcia com que os fofoqueiros on-line analisam os hábitos das outras pessoas na internet. "Eles não se limitam a informar superficialmente o que a outra pessoa disse ou fez. Eles, literalmente, recortam e colam evidências, fornecendo capturas de tela ou links, de modo que os participantes possam esmiuçar tudo", diz.

Apesar disso, uma pesquisa realizada por Shimul Melwani, professora de comportamento organizacional da Kenan-Flager Business School, dos Estados Unidos, revela que a fofoca no local de trabalho pode ser positiva, ajudando-nos a formar laços com outras pessoas e a compreender e encontrar significados no mundo. "As pessoas que fofocam tendem a se envolver mais e a sorrir mais. A amizade entre os pares não apenas é reforçada, como eles também cooperam melhor". Mas há ressalvas. "A fofoca é positiva se ocorre fora da equipe de trabalho, nunca dentro", diz Shimul. Ela aconselha, de maneira geral, a falar de maneira positiva sobre os colegas, uma vez que as pessoas frequentemente mudam de área e de posição na hierarquia corporativa.

A fofoca pode acabar se voltando contra você. Essa pode ser uma das razões de o staff do "The New York Times" ter ficado surpreso em ver fofocas - ou reclamações sobre o comportamento da ex-editora - discutidas por uma audiência global, muito maior que a pretendida. Eles não estão sós; muitos de nós vão aprender essa lição da maneira mais difícil.

Fonte: Valor Econômico em 09/07/2014

Estagiário de Recursos Humanos (Psicologia)


 Local: Concórdia
Sexo: Indiferente
Formação: Cursando Psicologia do 3° ao 6° período.
Descrição: Atuar com todas as demandas de recrutamento e seleção, avaliação psicológica, avaliação de desempenho, entrevistas de desligamento, dentre outros aspectos do setor.
Perfil Profissional, ágil, proativo, pontual, comunicativo e responsável.
Bolsa: 600,00+ vt+ alimentação no local + seguro de vida
Escala: Segunda a Sexta de 09:00 as 16:00 com horário de almoço
Interessados encaminhar currículo para recrutamento@saofrancisco.org.br URGENTE! Assunto: ESTÁGIÁRIO DE RH.

ESTAGIÁRIA PSICOLOGIA

NORTEARH CONTRATA 

Sexo: Feminino
Formação: Estudantes de Psicologia Noturno - 3º ao 6º período

Atividades: Recrutamento e Seleção

Horário: 08 as 14 horas

NÃO É NECESSÁRIO EXPERIENCIA

Valor da Bolsa: R$ 500,00 + VT

Local de Trabalho: Belo horizonte

interessados enviar currículo para nora@nortearh.com.br

Analista de RH



 REQUISITOS:
- Formação superior em Psicologia, com CRP Ativo.
- Experiência anterior na função, com processos de recrutamento, seleção, elaboração de laudos
psicológicos e condução de dinâmicas de grupo.

Salário: R$1500,00
Benefícios: Assistencia Médica, Vale Transporte e Vale Refeição

Horário: 2ª. à 6ª., de 8:00  às 18:00 hs.

Interessados deverão encaminhar currículo para: recrutamento.selecao100@yahoo.com.br
No ASSUNTO, colocar: Vaga Analista de RH. 

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Ser bom no trabalho pode incomodar chefe, colegas...

Entenda quais as situações em que ser um profissional eficiente pode atrapalhar.



Executivo pensando
                                                                                                                Darko Kovacevic/Dreamstime.com

Ao perceber que um colega é melhor, os outros começam a deixá-lo de lado. Isso acontece com movimentos simples, como não convidar para um almoço, e com alguns mais complicados, como não passar informações importantes para o andamento das atividades do grupo.



 São Paulo - Ser um bom profissional, isto é, ágil, eficiente, que sabe entender quais as necessidades da empresa e que entrega bons resultados, não significa sucesso garantido.
 Em algumas circunstâncias, ser bom pode significar uma barreira para o crescimento. "Na maioria delas, a insegurança é o problema", diz o consultor Mauricio Goldstein, de São Paulo, autor do livro Jogos Políticos nas Empresas (Ed. Campus/Elsevier, 212 páginas). Conheça alguns fatores ligados à insegurança que agem contra o sucesso profissional.

Ninguém ocupará essa cadeira
O chefe, ao perceber que dentro de sua equipe existe um profissional muito eficiente e com fortes chances de ocupar o lugar dele, deixa o subordinado na geladeira.
Sem o apoio e o reconhecimento do chefe, a confiança do profissional fica prejudicada. "Somos treinados para sermos o melhor", afirma Marcus Soares, professor de gestão de pessoas do Insper, de São Paulo. O profissional pode escolher mudar de área ou de empresa. Já o líder corre o risco de ficar estagnado. "Sem um bom sucessor, não há como crescer", diz Marcus.

Isolamento
A concorrência no mundo corporativo é normal e legítima. Sem ela, permaneceríamos no mesmo lugar. Por isso os profissionais lutam para que os chefes vejam o seu brilho. 
Ao perceber que um colega é melhor, os outros começam a deixá-lo de lado. Isso acontece com movimentos simples, como não convidar para um almoço, e com alguns mais complicados, como não passar informações importantes para o andamento das atividades do grupo.
A melhor fórmula para o profissional eficiente sair dessa dinâmica é, no fim de um projeto, dar os créditos a todos os participantes. "As pessoas se sentirão prestigiadas", diz Marcus, do Insper. É a velha lei da reciprocidade: uma mão lava a outra.

Insubstituível
Você é um ótimo profissional, entrega tudo no prazo, ajuda com novas ideias, agrega para a equipe e tem um ótimo relacionamento com todos. "Nenhum chefe quer perder um bom profissional", diz Lucas Peschke, diretor da Hays, de São Paulo. O problema é que a empresa não consegue atender o desejo de crescimento de todos os funcionários e no tempo que eles desejam.
Alguns chefes, para não deixar o bom profissional ir embora, optam por não fazer comentários construtivos e avaliações positivas. A solução é fazer contatos com outros líderes da empresa e deixá-los a par de suas realizações. Assim, outros chefes saberão de seu desempenho. 

Só mais um pouquinho
Quando o profissional é ágil e eficiente, os líderes acabam canalizando para ele a maior parte das tarefas, pois sabem que ele entregará o resultado no nível desejado.
"O profissional aguenta a pressão, não reclama e traz resultados", diz Marcus Soares, do Insper. Com a sobrecarga de trabalho, ao longo do tempo o profissional pode se sentir injustiçado e querer ter um reconhecimento diferente.
"Tem muito profissional que não sabe dizer ‘não’, e isso é um problema para a carreira", diz o consultor Mauricio Goldstein. A saída é clara: aprender a negociar e a dizer "não" para interromper a dinâmica. 

Os outros são ruins
O profissional é eficiente, entrega resultados mas, ao se comparar com os pares, bate a arrogância. "A maioria dos profissionais acredita que é boa o suficiente para receber um aumento", diz o coach Homero Reis, do Rio de Janeiro. Até aí, tudo bem.
O problema é achar todos ao redor incompetentes. "Ao se colocar em posição superior, o profissional se marginaliza", diz Mauricio Goldstein. A saída é óbvia: manter a humildade e, se for o caso, reatar as ligações com os colegas.

Você já está preparado
Alguns chefes consideram um profissional tão bom que se esquecem de investir no desenvolvimento dele. "Para a empresa, todo investimento tem que ter um retorno", diz Lucas Peschke, diretor da Hays.
O bom profissional precisa mostrar suas necessidades e como o investimento nele retornará para a empresa. "É a própria pessoa que tem de argumentar por que ela merece o investimento", diz Lucas.  

Degraus ocupados
Não importa se você é um ótimo profissional. Se não existirem espaços para crescer, você continuará no mesmo lugar. Depois de um tempo, sentirá que está estagnado.
"Nesse momento é hora de avaliar se vale a pena ou não ficar na empresa", diz o coach Homero Reis, do Rio de Janeiro. Uma opção é fazer uma movimentação horizontal e ir para outro setor, enquanto aguarda surgir a vaga desejada. 

Será que você é bom mesmo?
saiba se você é eficiente ou só acha que é

Carga de trabalho: Ao comparar seu trabalho com pares e colegas que têm a mesma função em outras empresas, você está no mesmo nível? 
O que é esperado: A expressão "alinhar as expectativas" é uma forma de saber se você é bom. "Você é considerado bom profissional quando atinge a expectativa do chefe e da organização", diz o consultor Mauricio Goldstein. Não basta medir as competências técnicas. Avalie também a capacidade de se relacionar. Sem ela, você se tornará apenas uma boa ferramenta. Mas apenas isso. 

Fonte: Revista VOCÊ S/A / Edições / 179